Além de ajudar a boicotar os produtos que financiam a guerra é importante que a causa seja divulgada, clique na imagem para ter uma imagem com qualidade melhor e imprima em seu computador, depois cole quantas puder. Uma cópia em preto e branco na mercearia do bairro já é alguma coisa.
FAÇAMOS DE GAZA UM NOVO VIETNÃ!!!

23 comentários:
Vou continuar me alimentando de comida kasher. Muito saudável! Viva Eretz-Israel! Pau no cu do Islão e do Maomerda!
E acredite: Israel venceu todas as guerras que lutou. Aliás, até os Eua venceram as batalhas do Vietnã, só que perdeu na opinião pública. Os judeus não vão dar a mínima pra opinião pública cheia de comunistas puxa-sacos de terroristas!
SACOS DE TERROTRISTAS, QUE ANDA ESPALHANDO O TERROR? QUE EU SAIBA E TDS SABEM O PODERIO MILITAR DE ISRAEL E EUA TEM PROPORÇÕES MAIORES, TERRORISTAS SÃO ELES!
PUXA SACOS* (NÃO SAIU TODA PALAVRA)
BOICOTE INFELIZMENTE NÃO DÁ CERTO, POUCAS PESSOAS LEEM O QUE COMPRAM, POUCAS BOICOTAM, NÃO FARÁ DIFERENÇA ALGUMA NO LUCRO DESTAS GRANDES EMPRESAS. SÓ PARA A CONSCIÊNCIA LIMPA MESMO...
A idéia do boicote não se prende somente a comprar ou não os produtos, mas também à idéia de sensibilizar as pessoas para que se compreenda mais sobre o que acontece.Quantos aos judeus do blog, apóiem aos seus "irmãos", mas esperem por nunca serem expulsos de suas casas, e nem serem atacados com tanta covardia, e que não sejam chamados de terroristas por protestarem a sua situação, por reclamarem quando cansados de serem humilhados.O teu passado recente de nada adianta?Não se lembram dos alemães?Talvez se não tivesse lhes dado tanta importância, o que seria de vocês?Bando de fantoches dos EUA.
SACOS DE TERROTRISTAS, QUE ANDA ESPALHANDO O TERROR? QUE EU SAIBA E TDS SABEM O PODERIO MILITAR DE ISRAEL E EUA TEM PROPORÇÕES MAIORES, TERRORISTAS SÃO ELES!
Zionist-Ensinando história a primata intelectual: desde quando poderio militar tem a ver com terrorismo, sua débil mental? Se Israel não tivesse o exército que tem, os árabes já teriam implantando um novo genocídio na Palestina. Os judeus apenas se defendem, depois de anos sendo bombardeados pelo Hamas. Vai estudar, analfabeta!
BOICOTE INFELIZMENTE NÃO DÁ CERTO, POUCAS PESSOAS LEEM O QUE COMPRAM, POUCAS BOICOTAM, NÃO FARÁ DIFERENÇA ALGUMA NO LUCRO DESTAS GRANDES EMPRESAS. SÓ PARA A CONSCIÊNCIA LIMPA MESMO...
Zionist-A tapada vai comprar de quem? De cuba, que não produz um alfinete sequer?
A idéia do boicote não se prende somente a comprar ou não os produtos, mas também à idéia de sensibilizar as pessoas para que se compreenda mais sobre o que acontece.
Zionist-Eu sinceramente duvido que vc saiba o que ocorre em Israel. Eu queria ver se o sr. é sensível aos milhares de foguetes que são jogados todos os anos sobre Israel, sem que o país faça alguma coisa; ataques terroristas em que o Hamas desrespeita o cessar-fogo assinado entre Autoridade Palestina e o governo israelense; é muito bonito vc macaquear o que vc vê na mídia pró-esquerdista e dominada por gente antiamericana que vê Israel como a encarnação dos Eua, quando na verdade, os verdadeiros causadores dessa guerra são os próprios palestinos.
Quantos aos judeus do blog, apóiem aos seus "irmãos", mas esperem por nunca serem expulsos de suas casas, e nem serem atacados com tanta covardia,
Zionist-O Hamas joga milhares de mísseis iranianos contra civis israelenses; isso não é covardia? O hamas usa seus próprios civis como escudos humanos; isso não é covardia? Não me venha ditar conselhos aos judeus. Vc é apenas um idiota útil dentro dessa fábrica de desinformação a respeito de Israel.
e que não sejam chamados de terroristas por protestarem a sua situação, por reclamarem quando cansados de serem humilhados.
Zionist-Primeiramente, Israel desocupou pacificamente as àreas palestinas; o que ocorreu? Intensificou o terrorismo. Segundo; Israel retirou seus colonos da faixa de Gaza, usando o seu próprio exército para retirar os judeus. O que ocorreu? Os palestinos intensificaram o terrorismo. Israel passou anos sem retaliar o Hammas, que está no poder desde 2006, nos territórios palestinos. O que ocorreu? O Hamas matou cerca de 700 pessoas ligadas ao Fatah de Yasser Arafat e, ainda, está implantando uma ditadura islâmica, obrigando o povo, na porrada, a ser bucha de canhão de mísseis israelenses. Não me venha falar de humilhação, seu tosco. Vc é um completo ignorante do assunto. Vá cuidar dos seus negócios, que os judeus cuidam dos seus.
O teu passado recente de nada adianta?Não se lembram dos alemães?
Zionist-Quem prega a destruição do Estado judeu, quem fez quatro guerras violentas, ameaçando a destruição do Estado judeu, foi o mesmíssimo povo árabe que vc apóia. Quem está na pecha de nazista é vc, pigmeu, não os judeus. Só pra relembrar, já que a maioria é só chavão e não estuda história: em 1948, Israel foi invadida pelos árabes e estes diziam, claramente, que iam repetir o holocausto. Em 1956, Israel atacou para se defender, evitando assim uma invasão; em 1967, com menos armas, Israel teve que vencer quatro países árabes, sob pena de ser riscada do mapa e os judeus perecerem. Antes vc ficar levantando bandeirinha palestina e falando merdas copiadas pela mídia, vá ler mais sobre o assunto.
Talvez se não tivesse lhes dado tanta importância, o que seria de vocês?Bando de fantoches dos EUA.
Zionist-Será que o "vermelhinho" ignora que Israel foi uma criação da União Soviética? Fantoche dos países árabes são os palestinos que, rejeitados por países como Síria e Iraque, além do Egito, são jogados contra os judeus, justamente para se expandirem sobre a Palestina. Vc acha mesmo que Síria e Irã estão preocupadas com o bem estar dos palestinos? Vc é incrivelmente idiota para crer que o Hamas, que se recusa até hj a discutir a paz com Israel e, ainda, tem em seu programa a destruição do Estado judeu (leia-se, genocídio, claro e declarado), vá querer um Estado palestino?
o grupo terrorista, assssino e covarde do dito "partido politico" do hamas...que usa velhos, crianças e mulheres como escudo...covardes.
para esse grande imbecil chamado zionist e os outros imbecis q apoiam o nazi-sionismo:
vcs sim não tem conhecimento algum de história. saibam q israel ocupa ilegalmente território palestino desde 1967. saiba q os israelenses usam o pretexto de defesa contra "misseis" do hamas (eleito pela população) q são lançados em demonstração de resistência à invasão, e são na verdade rojões feitos em fundo de quintal q raramente atingem qualquer alvo ou matam alguém... os palestinos sempre foram massacrados e a contagem de mortes é imensamente superior as dos nazi-sionistas q usam da propaganda e publicidade política disfarçada de jornalismo dos grandes meios de comunicação de massa manipuladora do capital burguês para tratar desse genocídio como direito de defesa... q eles mantêm em regime de campo de concentração a região controlando todos os pontos de acesso (ou fuga) dos palestinos... q israel é um país ilegítimo e fictício sustentado pelos estados unidos (5 bilhões de dolares por ano, e 30 bilhões futuros já assegurados pelo obama) para servir de cão de guarda a respeito de seus interesses nas riquezas naturais do oriente médio... q esse ataque absurdo é na verdade em nome de 1,2 trilhões de pés cúbicos de gás natural existente na região e também uma provocação ao hizbolah e ao irã para q tomem ações em defesa dos palestinos e assim sejam atacados concretizando o antigo plano de ocupação do irã, quase cercado completamente pelo estados unidos e seus países de apoio para seu avanço no oriente médio pela expropriação do petróleo...
então, seus boçais, parem de falar as idiotices e de chupar a rola dos estados unidos e dessa base militar fantoche deles q se chama israel. todas essas empresas controladas por judeus burgueses nazi-sionistas q financiam a mentira e as desgraças no mundo todo para usufruir das riquezas e da exploração.
Salomão Schvartzman e Zevi Ghivelder escreveram artigo transcrito abaixo. O cinismo dos dois é proporcional à ideologia sionista que prega a expansão e o domínio dos judeus em todo o Oriente Médio. Nâo demonstram respeito a inteligência dos leitores e menos ainda da generosa população brasileira que os acolheu, como recebeu muitas raças e etnias, sem ódio, sem rancor.
Eles não aprenderam nada com o Brasil. Ao contrário, demonstram que associaram os ensinamentos da SS nazista, de cujos métodos milhares de judeus foram vítimas e que agora, para manchar a memória dos mortos do holocausto, a liderança de Israel, com anuência de sionistas como Schvartzman e Ghivelder, praticam o mesmo terror contra a população indefesa de Gaza.
O território ocupado da Faixa de Gaza tornou-se a maior prisão a céu aberto do planeta. Cercado por tropas e tanques, que impedem a entrada de alimentos e remédios, impedem a saída dos palestinos, que são executados com toneladas de bombas e tiros que atingem escolas, casas, prédios, hospitais, com a justificava ridícula de que os militantes do Hamás estão escondidos entre os civis.
Reparem nos argumentos usados pelos jornalistas nazi-sionistas o quanto eles se apegam a distorção histórica. Para eles Israel é sempre a vítima que procura soluções pacíficas mas que apelam para a guerra como justa defesa. Nâo mencionaram, por exemplo, que Israel foi um estado imposto em 1948 numa região que era predominantemente ocupada pelos palestinos, que foram expulsos em grandes quantidades, e cercados em verdadeiros guetos onde relutam para preservar sua cultura e o direito de se constituírem enquanto nação independente.
Israel tem sabotado todas as tentativas de paz. Para os dirigentes israelenses, a paz possível é aquela que mantenha os palestinos como sub-raça, sem direito algum, que vivam da ajuda humilhante dos caridosos judeus ricos.
Esses jornalistas de boteco de esquina têm a cara de pau de mencionar ações condenáveis pela humanidade como a invasão da Tchetchênia pela Rússia, a invasão do Iraque pelos EUA e a ocupação das favelas do Rio por militares como justificativas para que Israel possa tomar atitudes semelhantes em matéria de desrespeito a vida humana.
Talvez a grande tristeza desses panfletários do nazi-sionismo seja pelo fato de que não são eles que estão a frente das tropas israelenses dando ordem para massacrar crianças e idosos. Sorte a deles que aqui no Brasil, onde os bandidos sionistas são minoria, não haja uma reação porporcional àquela que eles apregoam para os palestinos. Não sobraria um único judeu sionista para contar a história.
SALOMÃO SCHVARTZMAN e ZEVI GHIVELDER
OS RECENTES acontecimentos na faixa de Gaza comprovam de forma definitiva que a questão entre Israel e os palestinos não é de natureza territorial, conforme vem sendo repetido há mais de 40 anos.
Em 2000, em uma reunião realizada em Camp David, sob mediação de Bill Clinton, o então primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, ofereceu a Arafat cerca de 92% da Cisjordânia e toda a faixa de Gaza, com a criação de um corredor entre as duas localidades. Arafat recusou, preferindo liderar de forma camuflada, como sempre, a segunda Intifada.
No mesmo ano, Israel saiu inteiramente do sul do Líbano. Como consequência, passou a sofrer ataques de foguetes disparados pelo Hizbollah.
Em 2005, Israel retirou-se por completo da faixa de Gaza. Assim, os palestinos tiveram a oportunidade única de ali implantar um embrião do que poderia vir a ser seu futuro Estado independente. Entretanto, os palestinos interessados na paz perderam as eleições legislativas e Gaza foi dominada pela organização terrorista Hamas, que, desde então, já despejou cerca de 10 mil foguetes sobre populações civis de Israel.
Quando houve entre Israel e um de seus vizinhos uma questão de fato territorial, ela foi resolvida no acordo de paz com o Egito, que recebeu de volta todo o Sinai, ocupado na Guerra dos Seis Dias, tendo Sadat, sabiamente, declinado da soberania egípcia sobre a faixa de Gaza. Hoje, até mesmo os mais ferrenhos opositores do Estado judeu reconhecem que a atual operação militar em Gaza é uma resposta aos ataques do Hamas, mas veem nas decorrentes ações bélicas uma "desproporção".
O que vem a ser proporção em um conflito armado? Há algum critério, alguma tabela, que a caracterize? Será que existe um consenso universal segundo o qual Israel teria o direito de matar "y" palestinos se contasse "x" mortos por foguetes? Quando, no Rio de Janeiro, a Polícia Militar invade um morro com 500 homens para caçar meia dúzia de traficantes, que também recorrem aos escudos humanos, faz um ataque desproporcional? Quando os EUA, após o 11 de Setembro, lançaram milhares de toneladas de bombas sobre o Afeganistão dos talibãs, incluindo um hospital atingido, houve proporção? E quando os russos entraram com tudo para esmagar os rebeldes da Tchetchênia, a ação foi desproporcional? No dia 7 de junho de 1981, quando Israel bombardeou o que seria uma instalação nuclear no Iraque, houve protestos em todas as partes do mundo. Na Casa Branca, durante uma reunião de emergência, o vice-presidente George Bush propôs sanções contra Israel. O mesmo George Bush que, dez anos mais tarde, viria a desencadear a primeira Guerra do Golfo contra o Iraque.
Há dias, o Conselho de Segurança da ONU determinou um imediato cessar-fogo na faixa de Gaza. Entretanto, para que isso de fato aconteça, deve haver uma interlocução válida. É inviável, porém, o diálogo entre um Estado democrático e uma organização que, em seu estatuto básico, prega a destruição total de Israel. Alguém consegue, por exemplo, imaginar o novo presidente Obama negociando com o velho terrorista Osama? Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Política Externa do presidente Lula, caracterizou a ofensiva israelense em Gaza como "terrorismo de Estado", uma expressão tão vaga quanto insidiosa e que, a rigor, nada significa. No entanto, ele permaneceu em comovente silêncio quando a população civil israelense vinha sendo atingida por foguetes do Hamas.
Garcia declarou, ainda, que o presidente tem simpatia pela causa palestina. Qual causa palestina? A de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina na Cisjordânia, que está chegando cada vez mais perto de um acordo com Israel, ou com a causa palestina que perpetra o terror? Não é somente Lula que tem simpatia pelos palestinos. Israel também tem. Só não tem pelo Hamas.
O grande psicanalista brasileiro Hélio Pellegrino costumava dizer que a síntese da injustiça está na seguinte proposição: "O senhor tem toda a razão, mas vai preso assim mesmo". É o que o mundo está fazendo agora com relação a Israel. Por isso, vale lembrar um conceito de Golda Meir, quando primeira-ministra: "Prefiro receber protestos a receber condolências".
SALOMÃO SCHVARTZMAN, 74, jornalista e sociólogo, é colunista da BandNews FM e da BandNews TV. Foi diretor da Sucursal Paulista da revista "Manchete".
ZEVI GHIVELDER, 74, jornalista, foi diretor do grupo Manchete e diretor dos telejornais da extinta Rede Manchete de Televisão. É autor do romance "As Seis Pontas da Estrela" e do livro de reportagens "Missões em Israel".
Ainda dão espaço a pessoas que apoiam genocídio!
Valeu, vc deveria postar este teu bem escrito artigo, no Blog do Nassif, pois ele trata do mesmo assunto, vc foi mais visceral em sua lógica. Este Zevi é aqui do Rio, sempre foi um reacionário de primeira, era um baba ovo dos militares, sempre esteve com os ricos e poderosos. Na manchete era junto com o Bloch, este o dono, faziam uma dupla de nazi-sionistas de dar inveja a dupla Beguin/ Sharon, isto é não vale o ar que respira.
Folha mal-cheirosa
É verdade. A Folha de São Paulo e o UOL de hoje estão um lixo pútrido.
Além desses sujeitos estão estampando o artigo asqueroso do pulha que se toma por filósofo Bernard-Henry Lévy.
POSTAGENS REMOVIDAS POR NÃO CONTEREM NENHUMA ARGUMENTAÇÃO, APENAS OFENSAS PESSOAIS E PALAVRÕES.
Não vi nada relevante para ser criticado nos artigos Salomão Schvartzman e Zevi Ghivelder, salvo pela infeliz comparação de “proporcionalidade” como se erros de outros, mesmo que de grandes potências, justificassem os erros de Israel. Como disse antes não há como não ser desproporcional quando se bombardeia um grupo armado guerrilheiro que está alojado entre a população civil e isso não é utilizar civis como escudos humanos, o fato é que é somente nesses locais que eles podem atuar sem serem destruídos, junto dos civis, pois o que se esperar de um grupo guerrilheiro e terrorista? Não estamos falando de um país com um exército formal e normal. O correto é não bombardear e tentar outro método, mais demorado, custoso e eficiente. A forma como Israel retaliou os ataques de foguetes do Hamas podemos realmente designar como um terrorismo de Estado e crime contra a humanidade. Isto não tem nada de anti-semitismo. Pelo contrário preservação do semitismo palestino por suas origens semitas.
Declarado: Nâo mencionaram, por exemplo, que Israel foi um estado imposto em 1948 numa região que era predominantemente ocupada pelos palestinos...
Isso eles não vão mencionar nunca pois aí começou o grande erro da formação do Estado de Israel após a partilha e todos os meios escusos utilizados na sua expansão extra partilha.
Declarado: Israel tem sabotado todas as tentativas de paz. Para os dirigentes israelenses, a paz possível é aquela que mantenha os palestinos como sub-raça, sem direito algum, que vivam da ajuda humilhante dos caridosos judeus ricos.
Não há provas concretas disso embora a criação do próprio Hamas seja um forte indício, disse indício, pois também carece de confirmação idônea, de que os radicais sionistas de Israel andaram sabotando processos que poderiam levar a uma paz duradoura.Está comprovado que a atual cultura judaica é totalmente incompatível de conviver no mesmo território com a cultura islâmica. Por isso só podem existir num Estado exclusivamente judaico, assim como os palestinos num Estado exclusivamente palestino e islâmico. Assim evita-se situações humilhantes, constrangedoras e de racismo ostensivo ou apartheid.
Com relação ao post do leitor que criticou o tal Zionist:
O termo nazi-sionista está me parecendo um clichê mais ativista que realista. Embora porém alguns historiadores revisionistas tenham alegado que setores radicais do sionismo (que é puramente o ideal da formação de um Estado judaico na Palestina dos seus ancestrais) tem planejado desde a formação do Estado de Israel uma limpeza étnica do povo palestino (que seria uma atitude típica nazista), quando no máximo se comprovou foi a expulsão do mesmo de suas terras e alguns casos de violência nesse objetivo, isto por volta dos anos da independência de Israel. Os atuais governos israelenses vem tentando reverter esse processo radical das minorias negociando territórios por acordos permanentes de paz e reconhecimento, tanto por parte dos países árabes inimigos como por parte dos próprios palestinos.
O leitor que criticou o Zionist utilizou de algumas falácias ao afirmar que o Hamas lança foguetes como uma resistência à invasão de Israel nos territórios ocupados de 1967 (?). Na realidade visa desestabilizar o governo e provocar o povo israeli para a fúria retaliadora que sempre colocará os palestinos na condição de uma vítima potencial, frente a um país muito forte militarmente. Utilizar o termo genocídio é muito irregular para as ações de Israel. O correto é indicar que as retaliações (que estão no direito de auto-defesa e conta-ataque) foram desmedidas e sem critério, ou seja, com objetivos puramente vingativos, com pouco respeito pela vida humana de civis inocentes e não de solução efetiva para os grupos terroristas. Não há interesse algum em tomar o gás dos palestinos de Gaza. Israel não é nenhum posto avançado dos EUA no oriente médio para atender aos seus fins imperialistas. Os EUA não precisa de Israel para nada. Israel está sendo mantido devido à grande influência de seu Lobby ativista no Congresso e no Executivo dos EUA para conseguir os recursos e atitudes que precisa para sua economia e respaldo à política externa de exceções. A narrativa do leitor anti-zionist está muito imaginativa, floreada e pode-se dizer exagerada, partindo para um achismo meramente pessoal.
Entre a Ficção e a Realidade.
Com relação aos comentários expostos de SALOMÃO SCHVARTZMAN e ZEVI GHIVELDER tenho a expor o seguinte: (concordando e discordando deles)
- Não há nenhum interêsse por parte da liderança politica do grupo Hamas de qualquer acordo de paz com Israel ou reconhecer a existência do mesmo.
- Está comprovado que em vista disso o Hamas sempre procurou fustigar e aterrorizar as populações israelis das cidades próximas de Gaza.
- Que esse terror psicológico através desses foguetes artesanais - porém perigosos - já faz parte da cartilha terrorista do Hamas de não dar um momento de paz para o povo de Israel que pretendem destruir (como ninguém sabe - mas eles conseguem enganar o povo palestino semi-ignorante a acreditar em tal possibilidade)ao invés de batalharem junto com o Fatah para a constituição do Estado da Palestina independente.
- Que o bloqueio econômico e de suprimentos de Israel a Gaza não tem nada a ver com os tais lançamentos de foguetes por parte do Hamas, e sim que este foi uma represália em vista dos mesmos por parte de Israel. De nada adiantou pelo visto e essa estratégia pacífica foi um tiro no pé.
- Que o grupo armado Hamas está coordenado nesse plano terrorista com o outro do Líbano o Hezbollah e ambos tem suporte logistico externo de diversas fontes, sendo a principal o Irã.
- Que o povo palestino cometeu um grave erro ao eleger o Hamas, e que na realidade deveria ter ganho o Fatah da Autoridade Palestina. Talvez já tivessemos um esboço concreto para o Estado Palestino definido e acordado entre as partes.
- Que Israel saiu do 8 para o 80 quando estourou a panela de pressão do terror psicológico do Hamas e seus Foguetes. Israel tinha plena consciência que seu bombardeamento provocaria grandes baixas entre civis inocentes pois os quarteis e arsenais do Hamas ficam exatamente em areas urbanas altamente populosas. Então o método de repressão ao Hamas foi totalmente errado o que resultou numa Chacina ou massacre se preferirem. Mas não pode ser considerado um genocídio em massa pois Israel bombardeou alvos específicos e não a esmo as cidades de Gaza. Caso contrário o número de vítimas civis teria sido muito, mas muito maior chegando quase à totalidade da população palestina de Gaza, o que não é o caso.
- Não existem critérios de proporcionalidade quando se combate grupos terroristas infiltrados entre a população civil. Existe sim o método certo e o método errado de reprimir esses grupos.
- Que Israel fez exatamente o que o Hamas esperava para conseguir solidariedade mundial política e de mídia, mais ajuda econômica e de material bélico por parte de seus "aliados".
- Que Israel não enfraqueceu o Hamas como alega, nem mesmo o intimidou, tanto que ainda continuam a jogar foguetes em Israel e este agora está constrangido a não retaliar a fundo como fez perante a pressão internacional e dos EUA.
- Que Israel tem direito de reprimir as ações terroristas do Hamas porém a ação correta será de alto custo humano para seu exército. Por isso, é de total responsabilidade do CS- da ONU intervir militarmente em Gaza para por ordem na casa e o Hamas no seu devido lugar, impedindo o armamento do grupo radical e desarmando o mesmo, fortalecento o Fatah no sentido inverso, colocar uma administração provisória da ONU sobre Gaza até que se concluam os acordos para a formação do Estado da Palestina com a Autoridade Representativa. Isto tem que ser feito urgente de forma radical e incisiva. Acredito que um efetivo militar internacional da ONU ou OTAN de 20 a 30 mil homens mais a respectiva logística militar de última geração, dariam conta do recado nessa estreita faixa. O território é pequeno e fácil de controlar. Só a má vontade política explica a falta de solução para aquele conflito. Não cabe a Israel reprimir as ações do Hamas ou até do Hezbollah no Líbano.
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